quinta-feira, 28 de maio de 2015

Falemos de Pipis


Mais precisamente de pipis depilados! Pois que, como referi há uns tempos, dei inicio àquilo que me prometeram ser a oitava maravilha do mundo feminino e que dá pelo nome de depilação a laser.
Pois que aproveitando o desconto oferecido em vários blogs relativos ao 25 de Abril (a celeuma associada honestamente passou-e ao lado!) da Ultimate Laser e marquei a minha consulta para a clínica do Porto e com a intenção de exterminar o pelos do meu pipi de uma vez por todas, já que se nas outras partes do corpo, e com o uso continuado de cera, eu noto que eles são cada vez menos e mais fracos, na zona das virilhas e apesar de usar o mesmo método não havia maneira dos demónios enfraquecerem.
Na hora da marcação foram muito simpáticos, uma vez que a promoção era para consultas realizadas até dia 30 desse mês mas como eu tinha que fazer quase oitenta quilómetros para lá chegar e em dia de trabalho era impensável, aceitaram atender-me no dia 01 de Maio (era feriado mas estiveram abertos) usufruindo ainda das condições da promoção.
O gabinete fica no Edifício Capitólio, tem um ar muito clean e minimalista e lá chegada fui atendida pela técnica (não fixei o nome da menina, nem sei se é sempre a mesma!) que me explicou calmamente como era o procedimento e que o termo 'definitiva' não podia ser usado porque após o tratamento concluído, e para garantir os resultados, há que fazer manutenção periódica que varia de pessoa para pessoa e que não me poderia garantir desde o inicio quantas sessões seriam necessárias porque esse factor é extremamente variável.

Na avaliação do tipo de pelo e pele perguntou-me a menina qual era a minha tolerância à dor. E eu, que sou pessoa que só não adormece no gabinete da esteticista na hora da depilação a cera porque tem certo receio de começar a ressonar, disse-lhe que estava à vontade porque a minha tolerância é alta. E porque tendo a mania de ser ser chica-esperta e depois de já ter lido tudo e mais alguma coisa que havia disponível sobre o assunto também já sabia que quanto mais alta for a potência aplicada melhores e mais rápidos são os resultados. E tendo eu, de facto, uma capacidade de tolerar dor muito acima da média achei que iam ser penares*. Mas não foi bem assim! Nos primeiros disparos, na zona exterior da virilha, nem senti. Foi absolutamente indolor, no entanto à medida que a máquina ia chegando cada vez mais para dentro, comecei realmente a sentir dor daquela que não mata mas mói. Na zona da púbis tive mesmo que respirar fundo um par de vezes. Portanto, quando Vos disserem que aquilo é como ir beber chá das cinco com as amigas, estão a aldrabar. Dói. Não é uma coisa insuportável (até porque é momentâneo, passa logo) mas não é indolor e se são daquelas que já gemem quando pensam em depilação com cera é melhor irem preparadas para o pior, só para garantir! No final a técnica perguntou-me como me sentia, se tinha custado, eu disse-lhe que apesar do frio lá fora ela me pôs a suar. Ela consolou-me dizendo que para a potência que ela usou eu me tinha portado exemplarmente já que frequentemente e com potências mais baixas ela tem que interromper a sessão porque a pessoa precisa de recuperar.

Relativamente ao mais importante, os resultados: passadas quatro semanas da primeira sessão estou, para já, muito satisfeita. O pelo caiu todo nos primeiros quinze dias e neste momento tenho apenas meia dúzia de pelos a começarem a crescer. A pele está macia e sem qualquer marca, seja de pelos encravados seja de potenciais queimaduras provocadas pelo laser. Na medida em que a depilação com cera me durava apresentável na zona púbica no máximo oito dias, este já é um recorde. 

Assim sendo, para concluir e resumir:

Pontos positivos a registar: ao contrário do que acontece noutras clínicas, não me tentaram impingir cremes adicionais e estupidamente caros para o pós-tratamento, recomendaram-me comprar biafine na farmácia e aplicar uma/duas vezes por dia nos primeiros três dias; todo o atendimento e manuseamento do material foi feito de forma muito profissional e higiénica; já consigo ver resultados extremamente satisfatórios apenas com uma sessão.

Pontos negativos: em momento algum antes de efectuar o pagamento me falaram no preço dos tratamentos e a técnica ainda me perguntou se eu também ia fazer na zona das nádegas e só quando eu perguntei se isso estava incluído no pacote que eu tinha marcado é que ela me disse que não, que era um extra, portanto, aconselho cuidado e a esclarecer a questão de valores sempre que Vos perguntarem sobre o que querem e onde querem fazer para no fim não haver surpresas.

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*peanuts, traduzindo para quem não fala JorgeJesuês;

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Coisas que m'inerbam!


Eu gosto muito de rádio. Enquanto conduzo, então, é sagrado. Varia quase sempre entre a antena3 e a comercial, dependendo do horário. No entanto, há quatro motivos específicos que me impelem a mudar de estação como se a minha vida dependesse disso e nem que a única alternativa viável naquele momento seja ouvir o terço na rádio renascença e que passo a enumerar por ordem decrescente de palpitações nervosas que me provocam:

  1.  Luísa Sobral a cantar ou qualquer coisa que envolva a Luísa Sobral a emitir sons.
  2.  António Zambujo e tudo o que envolva as cantorias do António Zambujo, especialmente quanto canta a lambreta.
  3. O Nilton em todas e quaisquer situações que envolvam a estupidez omnipresente do Nilton.
  4. O Nuno Markl e as já tão gastas tentativas do Nuno Markl em se socorrer da sua faceta sou-nerd-anafado-distraído-e-muito-culto-por-isso-todos-me-acham-piada-embora-as-minhas-piadas-sejam-as-mesmas-há-mais-de-uma-década.
Se um dia me apanharem num canto escuro e se quiserem vingar de mim, obriguem-me a ouvir qualquer um destes seres por mais que uma fracção de segundos e eu garanto-Vos um colapso nervoso como nunca assistiram antes!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

A nossa primeira vez


Diz que há uma primeira vez para tudo e esta semana foi a primeira vez que quase fomos vítimas de furto online. 
Pois que ontem acordou Excelso Esposo logo pela fresquinha com o gestor de conta a ligar para informar que o nosso cartão de crédito actual foi cancelado e vão enviar um novo porque nessa madrugada alguém por terra de nuestros hermanos tentou gastar 1300  mocas à nossa custa, em material informático e roupa. Que isto é gente que para roubar gosta de estar fashion!
Não conseguiram, felizmente, já que Excelso Esposo accionou o limite de segurança do cartão logo que o recebeu, mas é coisinha para me fazer pensar (ainda) melhor na próxima vez que digitar o número do cartão online. 

E, atente-se, que aquele cartão foi sempre usado em sites oficiais e ditos muito seguros, imagine-se se fosse usado por dá cá aquela palha por essa internet fora.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Da coêrencia (ou falta dela!)



A maioria dos blogs nacionais mais conhecidos tem autores de perfis mordazes e não só os assumem como se apoiam (ou apoiaram durante muito tempo) nesse aspecto para ganhar projecção. Gostam (ou gostavam, quando ainda não eram movidos a patrocinadores) de emitir juízos de valor amiúde e não se coíbem de dizer coisas menos simpáticas seja do vizinho da porta da frente seja das estrelas de Hollywood, coisa que, no entanto, vai diminuindo em proporção inversa à quantidade de vezes que começam a dar a cara. Sendo que isto é um facto que considero indiscutível, é com grande espanto que de quando em vez vejo zaragata no ar porque uma falou entre linhas da outra.
Assim, ESTE post teve direito a resposta via facebook da visada e, mais uma vez, eu dou por mim a pensar que o cabo da esfregona era um presente tão jeitoso nestes casos, mas, à falta de melhor tema para hoje, decidi opinar com mais pormenor desta vez.

Relativamente à autora do post pseudo-polémico não a tenho em grande consideração, tal como não tenho nenhum blogger que crie um espaço próprio apoiando o seu nome e os seus pensamentos exclusivamente no 'trabalho' dos outros. Isto, só por si, é suficiente para desconsiderar todos os caracteres escritos no dito espaço. Contudo, também acho que quem se sente visado está, na maioria das vezes, a fazer o papel de virgem ofendida. Neste caso em concreto, a Pipoca Mais Doce. Não esqueçamos as mais variadas pérolas que já foram escritas pela personagem Pipoca: foi a miúda doente na passadeira vermelha dos Oscares, foram os galhardetes trocados com a Sofia Alves (que parece terem dado o origem a processos legais inclusive), foram as dezenas de piropos em catadupa a cada estreia de Big Brother's e Casas dos Segredos e são as tiradas já tradicionais a cada passadeira vermelha nacional ou internacional.

Meujamigos, quando nos sentimos livres para dizer/escrever o que bem entendemos temos que ter estrutura suficiente para ouvir/ler o que não queremos sem fazer grande alarido.

Quantas vezes não insinuou a Pipoca que as moças que entravam nos reallity shows da tvi pareciam putas em função daquilo que vestiam ou calçavam? Quantas?!? Em que é que isso é diferente de vir alguém escrever que a colecção de sapatos da Cristina Ferreira faz as mulheres que os calçam parecerem galdérias? É diferente porque é a Pipoca que os calça? Acredito. Já diz o ditado muito antigo que pimenta no cu dos outros para mim é refresco.

Concluindo, não sejamos mais papistas que o Papa e use-se a cabeça para mais do que fazer publicidade a marcas de champôs.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Dos valores


Ontem vi o vídeo relativo a ESTA notícia quase em directo. Sou uma acérrima defensora das forças de segurança, acho que neste país geralmente não são valorizadas e trabalham em condições muitas vezes lamentáveis, no entanto, ontem, não pude deixar de ficar horrorizada com o que aquele agente graduado fez.
No vídeo vê-se claramente que não houve tentativa de agressão física por parte do cidadão, a única que poderia ter ocorrido seria uma ofensa verbal e em nenhum momento isso justifica aquilo que se passou a partir dali.
O facto daquele agente ter ignorado ostensivamente a presença de duas crianças e ter partido para agressão de um homem desarmado e um idoso, num qualquer país onde a justiça funcionasse, seria motivo para ser severamente punido.
Ver o menino mais novo, que terá sensivelmente a idade da minha sobrinha mais nova, num estado tal de pânico que fez com que fizesse xi-xi pelas pernas abaixo e o mais velho completamente desorientado cortou-me o coração e só piora cada vez que vejo as imagens em questão.

Colocar a hipótese do que se passou até poder ser aceitável em função de algo que pudesse ter sido dito é de uma tamanha insensibilidade que eu não consigo compreender ou aceitar.

Sobre livros e teorias de auto-ajuda...



...se tudo se resolvesse com a força do pensamento e energias positivas já eu estava multimilionária desde os meus quinze anos.
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Photo credits: A Criada Malcriada

quinta-feira, 14 de maio de 2015

(maijómenos) sobre aquilo do video em que as miúdas batem a berrar e o miúdo apanha calado.


Sobre o bullying e assuntos semelhantes eu já falei diversas vezes, nomeadamente AQUI. Sobre a forma como se educam os putos hoje em dia eu também  JÁ DEI OPINIÃO.

O que aqui me faz escrever novamente sobre o tema é dizer que é muito simples compreender que este tipo de videos entre adolescentes exista e seja cada vez mais comum. São putos, ainda meio acéfalos com as hormonas aos saltos e muitos deles com exemplos tão bons ou piores que eles em casa, que nenhuma moral têm para lhes dizer que aquilo não é correcto.

Vejamos, clicai AQUI. Espreitai o vídeo publicado no dia 13 de Maio, gravado à porta da Igreja de Canelas por supostos católicos devotos. Atentai com especial atenção ao que se passa a partir do minuto '3. Adultos. Oiçam e vejam com atenção tudo o que é dito e praticado por adultos em nome de supostos valores morais.

Acho que não preciso acrescentar mais nada.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Ahhh, o Estado, essa pessoa de bem...


Acabo de receber uma comunicação do IEFP a indeferir uma candidatura a um estímulo emprego fundamentada no argumento de que a empresa em questão não cumpre os requisitos porque tem dívidas ao Estado. Com 99.9% de certezas de que isso é impossível vou de imediato tirar certidões de não-dívida que, ESPANTO, afirmam o que eu já sabia: não há qualquer dívida à AT nem ao IGFSS.

A semana passada tive que fazer quatro reclamações à AT de quatro empresas diferentes em que era exigida uma multa de mais de trezentos euros a cada uma delas, pela suposta falta de cumprimento dum procedimento que a lei não exige àquelas empresas em concreto. Essas, mesmo não devendo nada a ninguém, mesmo que eu precise de uma declaração de não-dívida não a consigo obter até alguém na AT decidir dar seguimento ao processo.

Há dias tivemos que fazer uma terceira reclamação sobre o mesmo processo que após ter sido encerrado e assumido o erro da AT por duas vezes, foi reaberto novamente sem qualquer explicação coerente.

Quando se pede explicações e responsabilidades, nunca é culpa de ninguém e é sempre 'o sistema'.

Vou só ali cortar os pulsos e já venho.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Post capaz de ferir susceptibilidades


Passei de agnóstica a ateía há já vários anos, frequento, no entanto, a Igreja Católica sempre que há cerimónias que o justifiquem, nomeadamente baptizados, casamentos ou funerais. Em todos eles faço questão de ir à cerimónia religiosa porque acredito que se ela existe é porque faz sentido para as pessoas que me convidaram ou que me merecem consideração e, em respeito a elas, acho-me na obrigação de partilhar esse momento.
O que acontece é que, por norma, nestas situações eu saio das igrejas a suar de nervoso por causa da cerimónia e de (quase) tudo o que é dito durante a mesma.

Ontem fui a um funeral de uma pessoa que conheci por questões profissionais e por quem tinha bastante estima. Pelos motivos que já enumerei, fiz questão de estar presente na cerimónia que os familiares daquela pessoa a quem prestei última homenagem decidiram ser a adequada. E para não variar saí a suar de nervoso.
Pois que o Sr. padre, na altura da homilia, ou seja, na altura que deveria estar reservada para dar uma palavra especial à família, nomeadamente a filhos ainda jovens, decidiu que giro, giro era tecer toda uma teoria em como todos nós devemos evitar dizer que adoramos os nossos pais porque o acto de adorar está reservado a Deus. E esteve naquilo um bom quarto de hora. Eu já não vou mencionar a questão de toda a cerimónia ter sido absolutamente desadequada ao facto de ter uma pessoa morta dentro de um caixão. O que me chocou mesmo à séria (e ao ponto de pensar que se eu dia passo pela mesma situação e a melhor coisa que o padre arranja para dizer é aquilo eu não me controlo e sou eu que faço o sermão e a missa cantada) foi o facto de alguém que supostamente tem a obrigação moral e profissional de confortar ter este tipo de atitude num dos piores momentos da vida de outrem que é quando um filho perde um pai.

aproveitar para fazer um peditório durante a cerimónia está certinho, falar trezentas e vinte e sete vezes da associação de dadores de sangue lá da terra parece-me lindamente, dedicar a cerimónia a quem mais precisava naquele momento é que já era capaz de ser exagerado.

 E é por estas e por outras que por minha vontade no dia em que eu me finar, tiram-me do respectivo sítio onde dei o último ai, metem-me em quatro tábuas, ligam o forno e está feito. Hipocrisias nem em vida, quanto mais em morta.

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Poderia ainda falar sobre as pessoas que vão a funerais com o único intuito de serem vistas e, portanto, acham que ir a um funeral é vestir cumprindo mais ou menos o dress code, aparecer, cumprimentar a família próxima com ar muito pesaroso e depois  ficar na risota nas imediações com os restantes conhecidos que por lá vão aparecendo, mas isto é uma coisa que também me enerva sobremaneira e hoje é segunda-feira, portanto ainda muito cedo para eu me enervar.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Check List para o grande fim-de-semana que hoje começa!


1. nariz a pingar. CHECK!
2. garganta a arranhar. CHECK!
3. voz fanhosa. CHECK!
4. dores no corpo. CHECK!
5. tosse. CHECK!


Vai ser a verdadeira da rambóia: eu, o cêgripe, o sofá e as inúmeras canecas de chá.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

A propósito de uma conversa no FB*


É de tirar a paciência a um santo quando chega esta altura do mês e é sempre a mesma ladainha quando se comunica aos empresários o valor de IVA a entregar ao Estado naquele mês.
"São uns ladrões!", "ando a trabalhar para aquecer" ou, a minha preferida, "não deves ter feito as contas bem feitas".
O pessoal vende, passa facturas, faz compras e tem despesas, o habitual de qualquer negócio em maior ou menor escala, e para quem faz disto vida e é minimamente organizado é até bastante simples saber com bastante antecedência se vai ter que entregar o valor do Iva o Estado ou não, mas qual quê?! É todo o santo mês o mesmo choradinho. Por mais que se explique que aquele dinheiro nunca lhes pertenceu sequer, que se o gastaram é porque estão a fazer mal a gestão da empresa e mais trinta e sete argumentos repetidos até à exaustão não há maneira de comerem e calarem quando recebem a guia de pagamento.

Eu estou nas duas posições: na que faz a gestão mensal (ou seja, as compras, as vendas, as despesas) e na que faz unicamente o cálculo em função daquilo que me é dado para contabilizar e, por isso, sei tão bem que aplicar a célebre teoria de quem não tem dinheiro não tem vícios é fundamental. Portanto, estar sempre a ter que aturar estes pais-nossos repetidos é coisa para me pôr a praguejar!!

*e de como isto é doença espalhada de Norte a Sul do país!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

O Palmeirim é o maior!!



...e conseguiu mencionar quase todos os erros que me revolvem as entranhas quando passeio pelas redes sociais!

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Nota: também é muito bom perceber que em Portugal ainda há de facto, entre este chorrilho de novas bandas, quem saiba cantar sem ajuda do auto-tune!

terça-feira, 5 de maio de 2015

Usem o cérebro, faxabôr!


Alguém na SIC achou uma boa piada gozar com as orelhas de um jovem concorrente ao programa Ídolos e meio país se revoltou (apesar de este ser um país que se revolta por tudo e por nada aqui há motivos para tal!) mas por amor de todos os santos: parem de partilhar o dito video em todas as redes sociais!!!

Isso só faz com que aquilo chegue a cada vez mais pessoas e o miúdo em questão se sinta ainda mais humilhado!

Condenem, boicotem as novelas, invadam os páginas e sites do canal, façam petições para acabar com o programa e chamar os culpados à razão mas de parem de contribuir para tornar a asneira ainda maior!


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Sobre o bebé real


Não, não vou falar como a Princesa Kate saiu fresca e fofa do hospital passada meia-dúzia de horas depois de cuspir uma criança pela patareca porque a inveja é um sentimento muito feio e não deve ser alimentado.

Venho pois aqui dar-Vos conta em primeira mão do nome da criança: Charlotte Elisabeth Diana. Basicamente a criança, coitada, vai partilhar o primeiro nome com outra princesa (isso por si só, se fosse lá na minha rua, dava logo direito a bate-boca entre famílias!), essa sobrinha de uma das mais putéfias monarcas da Europa, vai carregar nas costas o nome da bisavó rainha e vai levar com as histórias da sua avó meio marada que morreu tragicamente após um jantar com um namorado rico não oficial.

Se calhar Ísis Luana não teria sido pior...

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Pentelhices


A pessoa deixou de ser mariquinhas e marcou (finalmente!) a primeira sessão de depilação a laser. Uma vez que a primeira zona visada é a do parque de diversões pessoal, a pessoa pediu indicações específicas de como haveria de proceder, ao que lhe foi respondido que dois a três dias antes do sacrifício auto-imposto deveria passar uma lâmina (vulgo gilete) em na zona em questão.
A pessoa é bem mandada (sobretudo quando se fala de não gastar dinheiro em vão) e ontem depois do trabalho lá vai directa ao supermercado comprar lâminas e pois que começa logo ali a remoer baixinho. Ora se no local específico para estes itens na versão feminina havia, no mínimo, meia dúzia de marcas e uma dúzia de modelos à escolha, significa que os ditos itens até têm bastante procura pelo mulherio em geral. #cumequepossivelsenhoras

A pessoa não pensa mais no assunto, vai para casa, engoma uma pilha de roupa, faz o jantar, come e depois, enquanto Excelso Esposo fica a arrumar a cozinha, a pessoa enfia-se na casa-de-banho de lâmina em punho e a firme intenção de fazer o que lhe disseram. E fez! Mas fez perguntando-se todo o tempo o que passará pela cabeça de uma mulher para, nos tempos de hoje e com todos os métodos à disposição, ainda usar tal artefacto cortante junto a zonas de sensibilidade tão apurada. E atentemos que ali a pessoa ainda nem sequer estava a pensar na fase seguinte, naquela em que o dito parque de diversões fica com a suavidade de uma barba masculina de três dias coisa que, como todas sabemos, é extremamente agradável. #soquenao