segunda-feira, 2 de março de 2015

Até breve!


Pois que não, não faleci. Pelo contrário, nos entretantos até celebrei mais um aniversário, recebi presentes giros, laureei a pevide em boa companhia, fiz alterações de decoração em casa, comprei mais bugigangas para desespero de Excelso Esposo, tive muitos pepinos para resolver no trabalgo, li livros e vi alguns filmes. Portanto, a vida segue nos seus trilhos, a única diferença é que não me tem apetecido falar sobre isso.

Isto é de fases e neste momento, embora tenha muito para dizer, não tenho nada que me apeteça partilhar. 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Parentalidade positiva e afins


Hoje em dia há todo um conjunto de conceitos e teorias sobre educação de crianças que me faz revirar os olhos sempre que lhes dedico mais que dois minutos e isto na era do facebbok e redes socais em geral é coisa para acontecer com alguma frequência, confesso.
Não tenho filhos e lá em casa ainda não chegamos à conclusão definitiva se os iremos ter portanto, sim, todas as minhas teorias são isso mesmo, teorias. Teorias de quem está de fora e vê as coisas de forma desapegada e não acha que por isso, por não ter filhos, não pode opinar. Porque a menos que a parentalidade acarrete a perda de valores pré-adquiridos, até ver há coisas que para mim são de assimilação básica e definitiva.
Sendo os novos pais e mães maioritariamente da minha geração, faz-me confusão ouvir tanto recurso aos livros e à psicologia e na prática ver que as coisas não estão a funcionar. A verdade nua e crua é essa: as teorias de pedagogia tão em voga nos últimos anos não estão a funcionar. Pensem em Vós em miúdos. Pensai agora nos miúdos de hoje. A principal diferença? A falta de educação! E quando eu digo educação digo falta de respeito pelos outros, falta de sentido de regras, falta de limites.

 Diz que demonstrar autoridade é não respeitar a criança. Que o correcto é repetir-lhe até à exaustão os motivos pelos quais ele não deve fazer isso. Dizer-lhe come a sopa ou ficas sem computador é autoritarismo, não é educação. E eu não sei se ria ou se chore. Afinal aprender que há uma hierarquia (durante TODA a nossa vida há SEMPRE uma hierarquia) dizendo-lhe apenas 'fazes porque eu mando!' é algo que pode causar danos ao futuro adulto. Ensinar-lhe que muitas vezes  fazer o que não queremos/não concordamos é uma consequência da vida em sociedade é faltar-lhe ao respeito.

Há dias a Leonor Poeiras mostrou-se horrorizada porque o Papa Francisco defendeu o uso da palmada como forma de educar e impor limites. Em contraposição aos muitos (a maioria) que concordavam com as palavras do Papa defendia ela que se devia educar pelo exemplo e que se fosse preciso, perante uma birra de um filho, ela também se deita no chão do supermercado e larga a gritar para lhe mostrar que fazer birra é feio.
E eu pergunto: educar é isto? Dar o (bom) exemplo é isto? Para mim uma situação destas é totalmente descabida (diria mesmo rídicula) e não demonstra mais do que a incapacidade do adulto demonstrar a sua posição em relação à criança: ser aquele que tem a responsabilidade de lhe incutir valores primeiro baseado na educação e, logo de seguida, baseado na autoridade que lhe foi dada no momento em que lhe foi dada também a tarefa de pegar numa criança e garantir que ela se faz um adulto responsável.

Sempre ouvi o meu pai dizer 'enquanto estiveres na minha casa cumpres as minhas regras'. Se isso fez dele um déspota e de mim uma criança insegura e traumatizada? Nunca. Porquê? Porque sempre me foi explicado o porquê das decisões, mesmo quando iam contra aquilo que eu achava correcto mas sempre ficou claro, também, que a última palavra pertencia ao meu cuidador exactamente porque ele tinha esse papel, ao mesmo tempo que me era explicado que um dia, quando me tornasse um adulto responsável e capaz de tomar conta de mim mesmo, aí poderia tomar as decisões que achasse correctas, mesmo que os outros não concordassem. Que isso era o ciclo da vida e da sociedade e que se não aceitasse a bem teria que aceitar a mal.

Quando olho em volta e leio textos e mais textos desta coisa muito nova da parentalidade positiva e do educar pelo exemplo chego à conclusão que das duas uma: ou há muito adulto traumatizado pelas palmadas que levou em criança ou há muito adulto que nunca chegou a levar as palmadas no momento certo.

Marketing, essa praga dos tempos modernos






 [AQUI]

A pessoa abre a caixa de e-mail na pausa do lanche e lá perdida anda a newsletter da Mango, a pessoa vai só dar uma vista de olhos e fica enamorada. Não se faz, pah!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Verdadeiros dilemas da sociedade moderna...


Eu sou moça que gosta de maquilhagem. Sou moça que gosta de comprar maquilhagem e que se maquilha diariamente. No entanto, a minha maquilhagem diária é coisa básica para dar aquele arzinho 'acordo com este ar fresco e fofo todos os dias, estão a ver?!'. Uma base de cobertura leve para uniformizar a pele, corrector para as minhas amigas olheiras, um nadinha de blush e em dias em que acordo a sentir que não devia sair de casa rimel e lápis de contorno nos olhos para abrir o olhar. São cinco minutos do meu dia muito úteis para a minha auto-estima mas que não passam disso.

Posto isto, confesso que fico verdadeiramente espantada quando vejo que há mulheres que se maquilham diariamente como se fossem desfilar numa qualquer red-carpet mundial. Ele é pestanas postiças, batom com tanto brilho que dava para fazer de farol, verdadeiras obras plásticas feitas com sombras e eyeliner. E eu, que nos meus longos períodos de silêncio fico a matutar e penso de mim para comigo que se aquilo é assim no dia-a-dia o que farão elas naqueles dias mais especiais?! Naqueles em que gostamos de caprichar e que os outros reparem que caprichamos. Vão de cara lavada? Fazem bodypaint? Ou basicamente para elas todos os dias sem excepção são para caprichar e mostrar que capricharam?! Hum?!Pois, não sei.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

sobre o assunto do momento



Nunca li nenhum dos livros da trilogia de E.L. James. Não por preconceito, apenas porque o tema  bondage e afins nunca me cativou. Hoje dei de caras com este vídeo e, acreditando que as falas são mesmo do livro e que o resumo (ainda que satírico) é fiel à obra, pergunto: mas desde quando ser submetida à vontade de um homem para sua única satisfação e humilhada passou a ser considerado uma história de amor?!

Há muita mulher com défice de amor próprio e sexo satisfatório, só assim se explica...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Introdução à gestão empresarial - parte I


Se determinada marca que Vós até achais certa graça em tempo de saldos consegue fazer descontos na ordem dos 50% ou mais, significa que tem umas margens para lá de malucas em cima dos tarecos/trapos/afins e que, nas alturas normais do ano, Vos cobra um preço muito (mesmo muito!) acima daquilo que o bem lhes custa.

Nenhuma marca que pratique margens com preços justos para ambos os lados consegue reduzir o preço dos seus itens para mais de metade sem que isso implique perdas consideráveis e até a prática de infracções legais.

Cláudia, a que nasceu para ser reformada.


As coisas não andavam famosas por estes lados e, como cereja no topo do bolo, no sábado passado quando me baixei para limpar a caixa da areia do gato já não me voltei a levantar em condições normais. Deu-se ali um qualquer click no pistão errado e desde aí que ando aqui que mal me aguento.
Consulta marcada e à horinha lá estava para fazer as queixas todas e, contrariamente à maioria das pessoas neste país, eu tenho uma sorte danada com a médica de família que me calhou. Toda ela é descontracção mas está sempre atenta aos pormenores, vai daí, meia hora depois de ter entrado saí abananada com a quantidade de papelada que a mulher me deu pr'as mãos.

Diz que tenho sinusite e preciso de fazer exames para ver o grau 'da coisa', até lá tenho três medicamentos diferentes por dia para ir fazendo.
Diz que também tenho dermatite seborreica causada por um sistema nervoso marado e portanto tenho que fazer um tratamento com corticoides de aplicação local e champôs específicos.
E diz que o mau jeito se deve aos músculos presos devido, mais uma vez, ao sistema nervoso e à falta de tempo (e vontade) de mexer o rabo. Bota aí, portanto, mais um relaxante muscular, uns suplementos vitaminicos e raios x de todos os lados e curvas da coluna para ver se é mesmo 'só' isso e mais umas quantas análises daquelas básicas que alertam para os primeiros indícios de podermos vir a falecer ou não em breve.

A modos que é isto, ai aos trinta é que se começa a ter qualidade de vida e a viver sem preocupações e o caralho a sete mimimi! Eras. Pode ser que seja aos trinta e um. Esperança é a última a morrer! Falta pouco para testar, caso não me fine no entretantos eu faço umas reviews para a posteridade para que os leitores mais novos não percam a fé no futuro.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Onde é que esta gente aprende estas coisas, senhores?!


Pois que quem segue com alguma regularidade blogs/canais de maquilhagem como tema já sabe há algum tempo que há toda uma nova moda nesta matéria: a de pintar as sobrancelhas! Mas quando eu digo pintar, não digo fazer um risquinho ao de leve, nãããooo, digo praticamente gastar um frasco de pigmento de cada vez, atençãozinha!
Pois que devo já fazer um disclaimer: eu sou pessoa 'sobrancelhuda', portantes, no máximo eu tenho pêlos para tirar e nunca para pôr. Posto isto, e não sei se por isso, se há coisa para me fazer confusão ao cérebro é, portanto, esta nova, vá, tendência!

Atentem nestas imagens, tiradinhas este último fim-de-semana na passadeira dos Grammy's:




Cliquem para ampliar, se necessário, e respondam-me em que milénio é que estas jovens acham que ninguém repara na quantidade de tinta que têm naquelas sobrancelhas?! Hã?! Mais... qual é o maquilhador profissional pago a peso de ouro que faz um trabalhinho destes e não pensa para si mesmo 'bela merda que aqui fiz!' e desfaz tudo antes de despachar estas doidas porta fora?!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Volta! Estás perdoada!


A minha querida e piquena esteticista brasileirinha de metro e meio escafedeu-se do mapa. Primeiro saiu do sítio onde trabalhava, depois esteve uns tempos fora do país e agora desapareceu do mapa de vez. Apagou a conta do facebook, mudou de número e deixou-me na mão. E se há coisa que muito me aflige é perder a minha esteticista brasileira, porque digam o que disserem, não há mãozinhas estrafegadoras de pelos como uma boa mão brasileira. Que eu não preciso dela sempre (na maior parte das vezes safo-me sozinha em casa com os meus trezentos tarecos) mas há alturas em que as costas estão tão feitas num oito que não me permitem contorcionismos! E sempre que lá ia era  uma espécie de one night stand, depois de um longo período de privação de sexo: era chegar, ver e vencer. Era um tal de deita, abre, vira, arranca tão à vontade e experiente que numa hora me punha brilhante e reluzente como um rabinho de bebé. Desde o primeiro dia que eu nem a boca abria para pedir o que fosse: tem pelos, tira. Onde está a dúvida?!
Ontem, de coração partido após tão vil abandono, lá vou eu a um novo sítio, na esperança de conseguir encontrar uma nova relação de amor baseada no sofrimento. E, como eu esperava, saí de lá a pensar que o problema não era meu, não senhora, era mesmo dela. A pessoa diz virilha cavada e a moça andou ali a apresentar alternativas de cada vez que falhava o alvo, a fazer explicações detalhadas de cada vez que era bem sucedida e a tecer inúmeras teorias sobre a minha penugem no geral, como se eu não a conhecesse vai para trinta e um ano e no fim, na hora de apresentar resultados, levou com um suficiente e só por ser esforçada. Agora é voltar ao mercado e fazer uma busca intensiva, investir no método tentativa-erro até encontrar substituta à altura. Que isto das esteticista é como no coração, só há um amor que nos toca à séria.
_____________________________
Isto para não dizerem (nem que seja em posts com três anos e seis meses de existência) que eu só ponho defeitos no Brasil e nos brasileiros. Mentira, estão a ver?!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

E por falar em amor


Já tinha ouvido a música várias vezes, já gostava dela mas este fim-de-semana a tv estava num canal de música e passou o videoclip:


As imagens prenderam a minha atenção e rapidamente passei a ouvir a letra com mais atenção. Lembrei-me de imediato desta:


É bom perceber que o mundo da (boa) música segue passos firmes em direcção à desmistificação e tende a ajudar os mais novos a abandonar a necessidade de se esconder. Não se satiriza, não se cai em preconceitos ou estereótipos visuais. É amor, independentemente da sua forma. É ódio, independentemente das suas motivações.

E o S. Valentim aqui tão perto!


Excelso Esposo tem dois colegas de trabalho que se vão casar este verão e há dias comentava ele que aquilo era uma festa ouvi-los falar. Um, um jovem de vinte e cinco anos, acabadinho de sair da faculdade, vai casar para basicamente poder pinar fazer amor com a mulher sem que para isso tenha que andar a fugir da olhos da sogra. Porém, coisa m'ailinda, vai casar e vai viver para casa da sogra e sendo a sogra daquelas que sexo só depois do casamento cheira-me que o moço até vai poder tirar a barriga da miséria mas vai ter que ser como os coelhinhos: rápido e sem fazer barulho. Infelizmente para ele, acho é que ele ainda não se apercebeu disso.
O outro já é um homem feito mas cuja noiva (minha colega de escola e cuja sobriedade nunca foi a melhor qualidade dela) já vai com mais de trezentas pessoas na lista de casamento e ele já só faz contas de cabeça. Basicamente ainda não casou mas parece mais arrependido da decisão do que empolgado.

 O amor é lindo.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Não me pagam para isto (mas deviam!)


Diz que à conta dos post encomendados pelo Pingo Doce, houve por essa blogosfera uma espécie de Maio de 68 com a diferença de que a justificação para a revolução era apenas a inveja e o resultado final foi continuar com a inveja nas veias mas a boca mais arejada.

E eu, que só descubro estas pândegas já depois dos últimos confettis terem sido lançados e sou uma nódoa na blogosfera VIP, rio-me e lembro-me que até já aqui defendi o supermercado do Sr. Alexandre por mais que uma vez e mesmo assim não recebo convites fashion. Mas não tem mal, até porque tenho descoberto que cada vez mais prefiro os senhores do supermercado azul e amarelo em vez dos verdes e vermelhos no geral.
Ou seja, cada vez mais tenho optado por fazer compras no lidl em vez de qualquer outro dos supermercados disponíveis aqui na zona. Não só porque o lidl daqui tem dos melhores frescos ao nível da qualidade/preço como tem uma gama de produtos próprios com uma qualidade excelente a preços que mais nenhum consegue apresentar.
Exemplos, a minha água com gás (outra moda actual da blogosfera) preferida é a do lidl. Antes as garrafinhas eram azuis e agora passaram a ser verdes. Aquilo sim é água gaseificada, que a pessoa ainda está a destapar a garrafa e já sente o gás na garganta, coisa que nem se compara a estas águas com bolinhas miúdas que se fabricam em Portugal. Depois, a lasanha pré-feita. E eu sou uma contestatária no que à comida pré-feita diz respeito, atentemos, mas a lasanha do lidl é a minha honrosa excepção. Dez minutos no microondas e aquilo é de lamber o prato, senhores.
Mais, os iogurtes de 0% de gordura e mais os gregos naturais ou com frutos. Quais danones, quais bífidos activos, qual quê, lidl. Pelo o preço de quatro dos outros compro oito lá e se não são melhores são pelo menos tão bons. E o pesto rosso que faz qualquer massa insossa parecer um manjar dos deuses?
Mais o fiambre de peru e o queijo flamengo embalados que não se comparam a nenhum dos seus parentes próximos. E o pão-da-avó fresquinho, mais os croissants de manteiga e os pães saloios acabados de sair do forno ao longo de todo o dia? 
E a linha deluxe, com uns saquinhos de risotto de espargos (a que juntamos a última novidade deles que é o grana padano a preços ridiculamente abaixo comparativamente com outros sítios) mais as massas de óptima qualidade mas que infelizmente não se encontram sempre?

E pronto, era isto que tinha para partilhar convosco hoje, antes de me ir de fim-de-semana. Se ainda são daqueles que têm muitas reservas em relação aos nossos amigos alemães porque eles no inicio mais pareciam uma espécie de armazém grossista sem qualidade, experimentem um dia destes dar um saltinho a uma das lojas próximas e depois dizei-me se tenho ou não razão.

_________________________
Nota: Sinhores do Lidl, se quiserem (ainda mais) publicidade eu vendo-me a troco de uns quaisquer quilitos destas coisas que aqui mencionei e mais outras tantas que certamente chegaremos a acordo. Melhores cumprimentos desta que Vos estima.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Isto porque, embora não pareça, eu às vezes também trabalho - parte II



Eu juro que há dias que me sinto numa dimensão à parte com tais aves raras que nos aparecem pelo escritório.
Há uma empresa cujos funcionários com pouco para fazer decidiram por-se a comparar recibos de vencimento e em vez de compararem salários bases e a partir daí tirarem conclusões, não. Acharam que a forma mais inteligente era comparar resultados líquidos.

Agora explicar a estes senhores dótores que duas pessoas com o mesmíssimo ordenado base podem ter um sálario final em tudo diferente por causa de agregados familiares, estados civis e tabelas de irs pode tornar-se uma tarefa inglória e altamente frustrante, oh se pode! Valha-nos Santo Fim-de-semana-que-nunca-mais-chega!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Pornografia disfarçada


Há uns tempos, já não sei onde nem a propósito de quê, li um comentário de uma brasileira que dava a sua opinião sobre o preconceito real que há em relação às mulheres brasileiras e ao facto de serem conotadas como oferecidas (ou em linguagem escorreita, de putas mesmo) e que dizia que, infelizmente, não era preconceito, era estatística.
E sempre que eu tropeço em revistas, programas, musicas ou cenas de mero carater quotidiano dou por mim a pensar nessa expressão e no que deve ser lixado ser uma mulher séria mas brasileira. É que tirando o jeitinho meloso de falar, a marca da cueca do biquini a aparecer fora das calças, o gostar de mostrar o máximo de pele possível há todo um mundo tenebroso na cultura brasileira de seu nome 'funk' que em nada contribui para amaciar esse tal preconceito.

Eu não sei se ojmeujamigos já tropeçaram num vídeo de funk brasileiro mas certamente que já ouviram falar do show das poderosas da Anita e isso, meus caros, é o funk dos nossos irmãos de sotaque doce. Versão soft, mas uma introdução ao mundo da música eróticó-badalhoca que apaixona multidões do outro lado do atlântico. Porque se procurarem videos dos verdadeiros bailes funk brasileiros aquilo é, como diria o meu dignissimo pai, um putedo franciscano capaz de fazer corar qualquer moça saída da casa dos segredos tuga. A última moda é uma coisa chamada de surra de bunda. Atentai na beleza da coisa:



Enquanto Elis e Jobim rebolam na tumba, eu congratulo a nossa juventude por achar que o Justin Bieber, a Lady Gaga e, na loucura, o irmãos Carreira fazem boa música. Ao pé disto são uns artistas que merecem toda a minha reverência, que são.