sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Pornografia disfarçada


Há uns tempos, já não sei onde nem a propósito de quê, li um comentário de uma brasileira que dava a sua opinião sobre o preconceito real que há em relação às mulheres brasileiras e ao facto de serem conotadas como oferecidas (ou em linguagem escorreita, de putas mesmo) e que dizia que, infelizmente, não era preconceito, era estatística.
E sempre que eu tropeço em revistas, programas, musicas ou cenas de mero carater quotidiano dou por mim a pensar nessa expressão e no que deve ser lixado ser uma mulher séria mas brasileira. É que tirando o jeitinho meloso de falar, a marca da cueca do biquini a aparecer fora das calças, o gostar de mostrar o máximo de pele possível há todo um mundo tenebroso na cultura brasileira de seu nome 'funk' que em nada contribui para amaciar esse tal preconceito.

Eu não sei se ojmeujamigos já tropeçaram num vídeo de funk brasileiro mas certamente que já ouviram falar do show das poderosas da Anita e isso, meus caros, é o funk dos nossos irmãos de sotaque doce. Versão soft, mas uma introdução ao mundo da música eróticó-badalhoca que apaixona multidões do outro lado do atlântico. Porque se procurarem videos dos verdadeiros bailes funk brasileiros aquilo é, como diria o meu dignissimo pai, um putedo franciscano capaz de fazer corar qualquer moça saída da casa dos segredos tuga. A última moda é uma coisa chamada de surra de bunda. Atentai na beleza da coisa:



Enquanto Elis e Jobim rebolam na tumba, eu congratulo a nossa juventude por achar que o Justin Bieber, a Lady Gaga e, na loucura, o irmãos Carreira fazem boa música. Ao pé disto são uns artistas que merecem toda a minha reverência, que são.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Isto porque, embora não pareça, eu às vezes também trabalho.



Fim do ano 2014, altura de fazer fechos e balanços relativos a empresas, dois cenários nas mãos:

a) Empresa com administradores estrangeiros: fica extremamente satisfeita por dar cerca de quatrocentos mil euros de lucro, felicita os envolvidos e relativiza os impostos sobre esse valor já que 'tem que ser, tem que ser'.

b) Empresa com administradores portugueses: na possibilidade de ter vinte mil euros de lucro tenta de todas as formas, maneiras e feitios arranjar custos verdadeiros ou inventados à última da hora porque 'pagar a esses chulos do Estado é que não!'

Ah e tal, não percebo porque é que Portugal não sai da cepa torta... Percebo eu, Senhores. Oh se percebo.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

As lojas, os tamanhos e o perigo da falta de noção


Sexta-feira saí do trabalho e como Excelso Esposo ia trabalhar até tarde na empresa fui assim de directa para o shopps cá da zona ver se os saldos já tinham entrado na minha fase preferida: a das verdadeiras pechinchas. A ideia era concentrar-me numa calças de ganga e se a coisa fosse muito apelativa uns botins/botas baixas.
Dou por mim a entrar na Stradivarius já que tenho algumas calças de lá e gosto do corte. Vou toda eu lampeira directa à bancada dos saldos e começo a mexer nas calças. Nisto vejo um modelo que gosto e procuro meu número, por norma um 36. Chega-se-me um 34 às mãos e depois de olhar três vezes não consigo evitar rir-me sozinha. 
No 34 que os senhores apresentavam como tal não cabia a minha sobrinha de 12 anos (e atenção que a sobrinha tem 35kg espalhados por 150cm, ou seja é a Olivia Palito versão em giro) quanto mais uma mulher adulta. 
Eu sei que é do conhecimento geral que as marcas têm alterado os números e tamanhos da roupa, sobretudo no que diz respeito às cintas, mas aquilo é vergonhoso. Só para terem uma ideia, as calças eram uns jeans regular fit e eu para conseguir enfiar-me nelas teria que trazer um 40/42. Ora se eu tenho calças 36 (e até 34) com dois e três anos que continuo a vestir sem necessidade de recorrer a exercícios de contorcionismo e respirando livremente, pergunto: o que raio se passa aqui?!

Quem é que anda a fazer estas novas medidas? Foi o molde antigo que se partiu e este foi feito por alguém acabado de sair de uma clínica de reabilitação para anoréticos? Ou a Stradivarius (e afins) passaram a ser lojas de roupa infantil e ninguem me avisou?
Se isto é coisa para me deixar irritada a mim que sou mulher feita (maijomenos, vá!) imaginem o que não faz a miúdas adolescentes com uma auto-estima que mais parece uma corda bamba...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

E já que falamos em modas



Ainda não fiz uma única compra nos saldos. Eu até tenho dado uma vista de olhos nos sites (já que não entro num shopping vai para três semanas) mas feliz ou infelizmente nada me tem despertado interesse.
Dito isto, sou eu que ando muito esquisita ou por esses lados também se acha que os saldos deste ano deixam muito a desejar?


Das modas


Há dias no instagram, numa das minhas poucas publicações de pseudo-fashion-bloger, onde apareci com umas calças de ganga falou-se da sorte que era poder ir assim para o trabalho.
No meu caso, não tenho código de vestuário nas empresas onde trabalho. Está implícito que se deve ir arranjadinha mas ninguém leva a mal que o traje seja sempre a dar para o casual, o que a mim me dá muito jeito porque já lá vão os tempos em que eu podia dar-me ao luxo de passar oito ou nove horas em cima de uns saltos. A questão é que esta coisa muito boa de não ter uma cartilha a seguir relativamente àquilo que deve ser roupa no ambiente profissional muitas vezes gera situações do arco da velha.
Há uns tempos passei numa loja aqui na cidade em que a vendedora estava de calças de fato de treino e sapatilhas. Ah, era uma loja de desporto, é normal. Só que não. Não era uma loja de desporto, era uma loja de roupa normal e pelo que eu já pude perceber é algo que acontece frequentemente por lá. E, ao olhar para a dita moçoila atrás da caixa, ficava-se com a sensação que ela só estava ali a vender umas coisitas enquanto aproveitava o intervalo entre a aula de RPM e a de Zumba lá do ginásio ao pé de casa. E eu que sou uma coninhas (pardon my french) com estas coisas fiquei a pensar que se a loja fosse minha certamente não seria a minha opção abrir a porta aos clientes naqueles preparos.
Outra situação que, no seguimento disto, veio à baila em conversa com Excelso Esposo foi o facto de as mocitas mais novitas que trabalham na empresa com ele acharem que aquilo é a fashion week da lá da rua da empresa e acreditarem piamente que ir de mini-saias com palmo e meio combinadas com salto agulha ou mini-vestidos colados ao corpo para um local de trabalho onde 60% dos colegas são homens e passam o dia a subir e a descer escadas é boa ideia.

Ah e tal que o profissionalismo não se mede pela roupa que se escolhe. E eu respondo, não só mas também. Caso contrário íamos todos os dias de inverno de pijama polar e pantufas e todos os dias de calor em roupa de praia e era a rambóia pegada. A meu ver há mínimos que se devem respeitar de forma a manter a distância entre o pessoal e o profissional.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Das prioridades (ou, será que o Scolari tinha razão?)


É um facto incontornável que eu sou uma stressadinha com dinheiro. Trabalho bastante para ganhar o meu, dou o litro todos os dias e, por isso, tento ser o mais consciente possível nos meus gastos. A ideia de poder faltar aos meus compromissos é algo que me tira o sono mesmo quando nem sequer é uma probabilidade real (e nunca foi, felizmente!). E é por isto que eu não consigo entender aquelas pessoas (e cada vez conheço mais) cuja gestão doméstica é um emaranhado de créditos. É o crédito da casa mais as despesas mensais indispensáveis, é o crédito do carro dele, mais as prestações do carro dela, o crédito da máquina de lavar loiça último modelo, o crédito da varinha mágica versão XPTO, o crédito do sofá e do colchão em zigzag e mais as férias de 2011 no Algarve, tudo isto com salários pouco acima do ordenado mínimo. Onde até se pode ficar a dever o condomínio mas tem que haver sempre para o cabeleireiro ou para o ginásio.

Se eu já estou perto de desenvolver um eczema do couro cabeludo devido ao stress diário e só tenho a casa (e as tais despesas indispensáveis) para pagar, imagino se tanto eu como Excelso Esposo fossemos ramboieiros àquele ponto. Eu acho que ou virava zombie ou me dava o fanico por não conseguir pousar a cabeça na almofada noite após noite, mas olho para o lado e vejo que cada vez mais esta forma de ver a vida é a excepção. Olho à volta e o lema que parece imperar é 'hoje é assim, amanhã logo se verá!' e fico a pensar se, como dizia o outro, o burro sou eu?!.


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Só não dá para rir porque é de chorar


Sou cliente da Caixa Geral de Depósitos há mais de vinte e cinco anos. Desde muito pequenina que os meus pais abriram uma conta poupança em meu nome (assim como para a minha irmã). Até há um ano a CGD era a única instituição bancária que eu tinha conhecido e estava satisfeita. Até ontem, senhores. Até ontem, quando me liga o gerente de conta ao final do dia a informar que as taxas de comissões alteraram em 2015 e que se não fizessemos o que eles exigem com grande rapidez  passavamos a pagar €4.95 por mês em comissões de manutenção.
Pergunto eu, na minha ingenuidade, mas isso não é só para contas com saldo inferior a €3500. Que era, mas só até 2014. Agora todas as contas à ordem pagam comissão independentemente do saldo, a menos que domiciliem um ordenado ou façam uma aplicação financeira acima de €3500.

E eu estou aqui com uma vontade de lhes enfiar a aplicação num sítio que eu cá sei. Eu até aceito que uma conta com um baixo valor de saldo e movimentos pague uma taxa, mas neste caso estamos a falar de uma conta à ordem com um saldo médio na casa dos cinco dígitos. Quererem cobrar quase sessenta euros anuais só porque sim é descaramento e vergonhoso. Eu até aceitava que imputassem taxas aos cartões, aos cheques, créditos regulares e a outras formas de movimento de dinheiro, agora cobrarem um valor mensal só porque sim é o Estado a descer mais baixo do que aquilo que eu alguma vez imaginei.

A tentativa de me obrigar a fazer uma aplicação que eu não pretendo ou decidirem onde eu devo por o meu ordenado (que por acaso nunca é fixo e nem pago no mesmo dia) é só um passo largo para eu esquecer que o meu nome faz parte daqueles registos há quase trinta anos e fechar a porcaria da conta que o que por aí não falta são bancos à disposição. Portanto, se também são clientes da CGD abram os olhos e ponham-se atentos, caso contrários, alguém vos irá ao bolso com a maior lata deste país.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

The show must go on


Que é como quem diz que cá por casa andamos na corrida aos filmes dos OSCAR's. Ainda vamos muito atrasados, diga-se a verdade, mas também não pretendemos correr as categoria todas, entenda-se.
Para já, ainda antes das nomeações, enfardamos o Fúria.


Antes de tudo é bom que se esclareça que eu gosto de filmes violentos a todos os níveis e, portanto, este filme tinha tudo para me tocar o coração. E tocou.
Não esperem ver um Brad Pitt limpinho e bonitinho, não esperem tirar grandes lições moral do filme. A beleza do argumento, para mim, está nisso mesmo, na falta de lições de moral. São duas horas em que se conta o dia-a-dia de uma equipa americana na Alemanha da IIGM, de como se pode mudar em função daquilo que se vê e ouve e o que se é obrigado a fazer para sobreviver. As interpretações das cinco personagens principais merecem muito mais créditos do que a Academia lhes deu, assim como todo o filme, a meu ver.

Ontem foi dia de Sniper americano.


As expectativas eram altas já que falamos de Clint Eastwood atrás da câmara, mas acabou por ficar aquém. Não se pode dizer que o filme não seja bom, não é isso. Bradley Cooper está ali muito longe daquilo a que nos habituou, tanto a nível físico como de interpretação, mas agarra-se ao papel de corpo e alma. O problema reside no facto de estarmos perante um filme baseado numa história real, de uma figura real e altamente complexa e que quando se vai em busca dessa mesma história real se percebe que muito do melhor ficou por contar. Se espremermos bem a história, acabamos por ficar com mais um soldado com motivações altamente patriotas que quando sai do cenário de guerra tudo o que mais quer é voltar para lá. E pronto, está a história contada. E isso é tudo menos novo, recorde-se, por exemplo, o Hurt Locker e percebemos que Eastwood deixou-se ficar preso a uma série de amarras na tentativa de preservar o herói real.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Finalmente encontrei um excelente motivo para me casar!!



Excelso Esposo, se me prometeres que o Adamzinho também nos aparece a meio da cerimónia eu juro aqui, perante toda a plateia, que vou hoje mesmo espatifar €3000 num vestido Rosa Clará e marco quinta para cem pessoas com buffet a €150 por cabeça já para o próximo fim de semana!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Post psicossomático


Dou por mim a fazer já a contagem decrescente para o meu aniversário. Não por causa de presentes ou festas, nada disso, que cada vez dou menos importância à data, mas porque olho ao espelho e, principalmente, à minha volta e tenho dificuldade em aceitar o que o cartão de cidadão me diz. E ele diz-me que eu vou fazer 31 (TRINTA e UM!!) anos. E eu pergunto-me como? Cuméquépossibele!?! Eu tenho cara de 20, corpo de 21 e jeitos de uma moça de 22, 'tá bem que as maleitas internas tem dias que fazem sentir com 81, mas isso são contas de outro rosário...

A coisa fica ainda mais dramática quando faço comparações exactas, do género, há dias estava a ver o programa das Kardashians e vai na volta deu-se uma grande festa porque a Khloe comemorou trinta anos. E eu olhei para ela e olhei para mim e para ela novamente e fiquei naquele estado catatónico. Eu? 31? Mais velha que esta moça? Cuméquépossibele?!


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Se eu podia falar dos vestidos dos Globos de Ouro?



Podia. Mas há imagens de ontem que vão marcar muito mais o mundo, hoje e no futuro.
Infelizmente a blogosfera é cada vez mais apenas uma feira de vaidades.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

O drama mundial mas do ponto de vista pessoal



Curiosamente, eu mais Excelso Esposo andavamos a fazer planos e já a estabelecer contactos para ir passar o meu aniversário, daqui a pouco mais de um mês, a Paris. Porém, nas últimas horas deu-se-me uma certa felicidade de ainda não ter reservado coisa nenhuma. Afinal de contas, Portugal é tão lindo e os aviões andam a cair aos montes e o pessoal aos tiros e a raptar pessoas e a matar gente como quem mata galinhas para canja e mais um mundo de gente doida que se pega ao estalo por nadas.

Yep!... ir de carro nem que seja a Carrazeda de Ansiães neste momento parece-me uma viagem de extrema beleza e romantismo para comemorar o meu aniversário.


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

...



"Os mais perigosos inimigos da liberdade de expressão são pessoas inteligentes e bem-intencionadas que publicamente pedem tratamento especial para a religião islâmica (ou qualquer outra religião) para não "ferir susceptibilidades" ou "fazer provocações". São pessoas liberais que defendem calmamente a protecção das sensibilidades muçulmanas através da violação da liberdade de expressão, por muito civilizada e politicamente correcta que seja a forma de censura que propõem."


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Trocadalhos do carilho



Tal & Qual!!

Novo ano, velhas questões

Pois que antes de tudo, bom ano, minhas pequenas Felores. Atenção que as dietas começam oficialmente hoje e, portanto, pelo menos até ao fim da próxima semana têm que manter todas as promessas de não mais enfardar porcarias e passarem a comer sementes esquisitas e farinhas com nomes estranhos com a alegria de quem manda abaixo uma parrilhada de marisco. Feita a ressalva, passemos às minudências que habitualmente alimentam aqui a chafarrica.

Pois que AQUI se levantou uma discussão de casamento vs união de facto. Ora como é de conhecimento de quem por aqui passa de quando em vez, eu sou moça que vive num estado civil vulgarmente apelidado de 'amancebado'. Sendo ateia e com formação em direito, desde cedo que olho para o casamento como algo dispensável a todos os níveis, nunca tendo sonhado com vestidos brancos e igrejas floridas.
Não raras vezes oiço alguma mulher dizer que as mulheres que dizem que não querem casar só o dizem porque nunca foram pedidas em casamento. Pois bem, pelas outras não posso falar, no meu caso fui pedida em casamento, com direito a anel de ouro e pedras preciosas (e só não houve joelho no chão porque no dia chovia torrencialmente e o homem queria fazer o pedido especificamente naquele sítio), vai para cinco anos e continuo sem ir à Igreja. Na prática já me sinto casada há vários anos, na prática eu sou casada há vários anos, teoricamente sou solteira porque nunca me apeteceu entrar na conservatória e pagar a pequena fortuna exigida para alterar o estado civil.

Na prática eu e Excelso Esposo somos ambos titulares de todas as contas bancárias que possuímos, na prática temos uma casa em nome dos dois, na prática todas as decisões são tomadas em conjunto, na prática dormimos e acordamos sempre juntos (menos quando ele está a fazer o turno da noite a partir de casa e aí, para não me incomodar, dorme no sofá!), portanto, atendendo a isto, eu pergunto em que é que a união de facto difere de facto do casamento? Qual o argumento para dizerem que viver junto nunca será a mesma coisa que estar casado de papel passado?

Se a resposta se prender exclusivamente com questões religiosas e dogmas da fé eu até posso relevar, de resto, muitas desculpinhas, mas não há argumento válido que eu aceite.

Se eu vou assinar o contrato que faz de mim uma mulher legalmente casada? Se nos entretantos não falecer e não me fizer separada antes de casada, vou. Não porque isso altere alguma coisa mas porque quero que se eu morrer aquele que para mim já é marido possa beneficiar das regalias (yep!chama-se pragmatismo!) que a viuvez lhe dá. E atentemos no facto de que não quero casar porque penso na morte dele mas sim de que quero casar porque penso na minha morte. E é esse o único motivo que me faz equacionar a assinatura do contrato e será uma coisa tão glamorosa como ir renovar o cartão do cidadão.
Na prática faz-me muito mais feliz saber que ele fica mesmo sem que eu lhe possa exigir algo do que saber que ele está porque quer mas mesmo que não quisesse só era livre se eu deixasse. Se gostam da ideia do casamento enquanto festa e comemoração, força! Os sonhos são para serem realizados, principalmente quando são tão simples, agora não assumam preconceitos sociais como verdades absolutas, faxabôr.